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A comunicação dos Bebês


Antes de aprenderem a falar os bebês falam através do corpo. Seus gestos e expressões são diálogos silenciosos à linguagem verbal, mas riquíssimos em comunicação corporal.

Aprender a ler e interpretar a comunicação corporal contribui para criar um ambiente de compreensão mútuo.

Quando o bebê se movimenta no berço, vira de lado, sorri, mexe partes do seu corpo ele está tentando se comunicar e dizendo se algo está o agradando ou não. É fato que o bebê expressa suas emoções pelo corpo.

Nós que agora somos adultos também nos comunicávamos mais pelo corpo e com o tempo trocamos a comunicação pela linguagem verbal.

Mas para o bebê a linguagem corporal dos pais expressa muito mais do que a linguagem verbal, portanto o bebê reage muito mais intensamente àquilo que sente.

Embalar, aninhar, acariciar, massagear o bebê é de extrema importância porque esse contato auxilia os pais a aprenderem a ler e compreender a linguagem corporal do bebê.

Através do corpo o bebê expressará seus sentimentos e necessidades e a partir do momento que o bebê é compreendido torna-se mais próxima à solução.


Para aprender a ler a linguagem corporal do bebê basta ter contato, dedicar-se e relacionar-se. Dessa forma, a solução vem, diminuindo a necessidade do bebê chorar para se fazer compreendido.

O ideal é perceber o momento e retribuir com a solução. Por exemplo, se a mãe sente os seios incharem indicando que está chegando à hora da mamada, seria interessante que ela estivesse perto e observasse o comportamento do bebê e já oferecesse o seio ao bebê antes dele chorar com fome.

Dessa forma o bebê compreende que pequenos sinais corporais já traduzem seu desejo.

O contrário, por exemplo, se o bebê chora com fome e a mãe não oferece o seio indica ao bebê que ele precisa chorar mais forte, oferecendo mais sinais corporais para que sua necessidade seja atendido.

Uma forma bastante gostosa para aprender essa comunicação é massagear o bebê através da Shantala.

A massagem além de ser um ato de amor (dentre outros benefícios), permite um diálogo corporal, onde quem aplica se coloca em inteira atenção para oferecer satisfação ao bebê.

O ritmo corporal da Shantala e o olho no olho permite uma visão ao entendimento dos movimentos do bebê.

Permitir-se encontrar momentos diários de intimidade com o bebê são vitais vão além do cuidar, mais sim de manter um olhar as reais necessidades do bebê.

Denise Gurgel Barboza - Fisioterapeuta Materno-Infantil e especialista em ShantalaCREFITO 34310-F
Curso Shantala: www.cursoshantala.com.br


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