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Você está em: Bem Vindo | Daiane Garcia


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10 Hábitos de uma mãe feliz




Quais são os hábitos de uma mãe feliz? É exatamente sobre esse assunto que a pediatra Meg Meeker trata em seu livro, recém lançado nos Estados Unidos.

Em sua obra, ela fala principalmente sobre a pressão do dia-a-dia familiar e o quanto isso atrapalha na felicidade da mulher. Sugere então, dez dicas para resgatar esse sentimento essencial na vida de qualquer ser humano.

A grande sacada do livro “Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming our Passion, Purpose and Sanity” – Os Dez Hábitos das Mães Felizes: Recuperando nossa Paixão, Propósito e Sanidade, não é questionar se você está realizada por ter tido filhos, mas se você é feliz como mulher. É justamente sobre essa procura pela felicidade que a pediatra foca todo o texto do livro.

Veja as dicas abaixo e inspire-se:

1) Entender seu valor como mãe;

Quantas vezes você se questionou sobre o seu valor? Se é ou não boa mãe, se é desvalorizada por ficar em casa e não sair para trabalhar, se fica tempo suficiente com seus pequenos. Meg, a respeito desse tema diz: Você não é um fracasso. Mas se sente assim. E estou confiante no que digo, porque, como pediatra, meu trabalho é ver você e manter seus filhos saudáveis. E quando eu observo, eu vejo crianças que amam a sua mãe. Eu vejo como os filhos olham para você, seguram a sua mão. E eu vejo você semelhante à forma que eles a vêem, amada e estimada”.

2) Conservar suas amizades-chave;

Quando foi a última vez que você bateu um papo com sua melhor amiga desde que seu filho nasceu?

“A verdade é que, quando alguma coisa precisa ser cortada das nossas demandas diárias, amigos são os primeiros que vão. Algumas vezes parece que a amizade é dispensável, desnecessária (...) Amigos são uma necessidade”.

3) Valorizar e praticar a fé;

Para Meg, cuidar da vida espiritual, nós torna mais saudáveis. Por isso, arrume um tempinho durante a semana e não permita que essa prática fique perdida em meio às tarefas do dia-a-dia.

“Nós temos de colocar nossa fé em alguém porque somos incapazes de controlar a vida. Não podemos proteger as pessoas que amamos por simples vontade. Nos sentimos impotentes, porque somos”.

4) Dizer não à competição;

Lembre-se sempre: Você é a melhor mãe que seu filho pode ter.

“Cada uma de nós, mãe, competimos com outras mães de alguma forma (...) E muitas de nós nunca vão admitir que fazem isso. Competir com outras mães nos trazem três coisas: acende o ciúme, nos mantém em estado constante de inquietação com nós mesmas e transforma nossos relacionamentos”.

5) Criar uma relação saudável com o dinheiro;

“A parte complicada de ser mãe é que dar, é bom e natural, mas nós esquecemos de dar o que realmente importa para nossos filhos (o nosso tempo, atenção e afeto), e gastamos energia pagando coisas para eles. (...) Se acreditamos que o dinheiro é parte da vida, mas não a força motriz que nos torna felizes ou infelizes (...) Veremos que o contentamento verdadeiro nunca tem um preço”.

6) Arrumar tempo para a solidão;

Você PRECISA de um momento só seu. E isso não é, de forma alguma, egoísmo. Portanto, se dê um tempo, e não se sinta culpada por isso.

“A verdade é: nós precisamos da solidão. Da mesma maneira que não podemos sobreviver sem amigos, comunidade e família, também precisamos de um tempo saudável e de equilíbrio para nos recarregarmos fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente”.

7) Dar e receber amor de forma saudável;

Depois que seu filho nasceu, o que aconteceu com o seu relacionamento? E a tolerância no dia-a-dia, como ficou?

“Se estamos constantemente criticando nosso companheiro ou nossos filhos, criamos barreiras para nós mesmas. Reclamações não levam à nenhum lugar bom. Ao contrário, joga a relação para baixo (...) As mães podem ser muito mais felizes se aprenderem a ignorar falhas de caráter, atitudes mal humoradas, birras e focar na bondade de quem amam. Isso não significa que somos cegas. Mas que estamos dispostas a ver as falhas e fragilidades dos nossos entes queridos, mas apreciá-los e amá-los de qualquer maneira”.

8) Encontrar formas simples de viver;

Simplicidade interior! Entenda que você não precisa acertar sempre e conseguir fazer tudo o tempo todo. Você só precisar dar o valor real a que cada coisa merece.

“Viver simples, significa viver mais. Isso não quer dizer abrir mão de coisas em nossas vidas que queremos e tornamos mulheres com foco singular. Significa estabelecer priopridades”.

9) Deixar o medo de lado;

Claro que é difícil. Afinal de contas, não queremos que absolutamente nada de mal aconteça aos nossos filhos. Mas é preciso ter coragem e enfrentar essa situação.

“Nós estamos nos preocupando mais do que no passado, e o mais importante, essa preocupação está nos esmagando. (...) Muitas neuroses são genuínas e baseadas em fatos, mas alguns de nossos medos não são bem fundados. Eu vejo muitas mães preocupadas com o sucesso de seus filhos quando eles já são bem sucedidos (...) A vida é muito curta. Temos muita vida para viver, apesar de todas as coisas ruins ao redor. Há muito mais coisas boas que más e muito menos para se preocupar que pensamos”.

10) Esperança é uma decisão: Decida!

“A vida não pode ser sustentada sem esperança. A esperança demanda que acreditemos em duas coisas: no futuro – mesmo que ele seja breve – e na possibilidade dos bons acontecimentos. Quando temos esperança, temos a convicção que nossa vida vai ficar muito melhor do que é hoje. Melhoria, alegria, cura ou algo maior vão acontecer em breve”.

Quando temos filhos, essa preocupação de um mundo melhor é a que devemos ter, não acham?

Daiane Garcia
www.anekids.com.br
E-mail de contato: contato@anekids.com.br


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